Skip to main content

Prémio Nobel apoia a campanha da ITF para a Qatar Airways

Notícias

Ao falar com manifestantes em Oslo, na Noruega, ele disse: "Eu apoio a sua causa, os Qatar Airways trabalhadores precisam de direitos sindicais".

O sr. Abassi foi a Oslo receber o prêmio em nome da União Geral do Trabalho da Tunísia (UGTT, Union Générale du Travail Tunisienne), da qual ele é secretário-geral.

A UGTT fez parte do Quarteto Nacional para o Diálogo da Tunísia, que foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz por sua contribuição para a democracia na no país, após a revolução de 2011.

Os sindicatos lideraram o processo democrático pós-revolução na Tunísia como as únicas instituições populares capazes de levar as pessoas a apoiarem a nova assembléia constituinte.

Moncef Ben Romdhane, secretário-geral da Federação dos Trabalhadores dos Transportes da Tunísia (FNT, Fédération Nationale des Transports), também estava em Oslo, como parte da delegação UGTT.

O sr. Romdhane disse que as práticas de trabalho de empresas como a Qatar Airways põem em risco tudo o que eles já conquistaram: "A expansão da Qatar Airways na Tunísia é agora uma das maiores ameaças à estabilidade econômica e, portanto, democrática em nosso país. A empresa viola os direitos dos seus trabalhadores atacando sistematicamente toda tentativa de sindicalização. Nesta nossa jornada rumo à democracia temos visto como os sindicatos contribuem para a força da sociedade civil e da economia".

O presidente da ITF, Paddy Crumlin, acolheu o apoio da Houcine Abassi. Ele disse: "Este é um lembrete de que na luta pelos direitos dos trabalhadores na Qatar Airways os sindicatos estão apenas pedindo por decência, e nisso temos o apoo de todas as pessoas decentes."

A delegação da UGTT viajou para Oslo em um avião de tripulação sindicalizada da Tunisair.



Para mais informações sobre a campanha da ITF pelos direitos dos trabalhadores na Qatar Airways, veja aqui e aqui.

EM CAMPO

Notícias Comunicado à imprensa

Sindicatos do setor de transportes adotam princípios globais para colocar trabalhadores no centro da IA

Sindicatos do setor de transportes que representam mais de 16,6 milhões de pessoas trabalhadoras em todo o mundo adotam reivindicações globais para regulamentar o uso da inteligência artificial no